Avó – o restaurante que nos faz sentir em casa (da avó)

Há algum tempo na lista dos restaurantes a experimentar na Ericeira, o restaurante Avó foi a experiência gastronómica desta semana.

Localizado mesmo no centro da vila, com acesso privilegiado aos produtos mais frescos do dia, o Avó situa-se a 50m da praça (mercado da vila). E o descanso semanal é à segunda-feira, percebe-se porquê.

O conceito é, tal como o nome nos transmite, a sensação da comida das nossas avós, apostando no tradicional, no português e no local. O Avó tem desde os petiscos aos pratos principais, finalizando com as sobremesas, com toques conventuais.

O que experimentámos?

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Tanto os petiscos como os pratos principais pedimos para partilhar.

Como entradas vieram croquetes de carne com mostarda (1), salada de polvo (2), escabeche de peixe com bulhão pato e gema de ovo (3), sardinha assada com pimentos em broa de milho (4), sandes de bochecha de porco (5) e uma salada algarvia acompanhada de batata doce assada (6).

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Dos pratos principais, escolhemos de peixe a raia da nossa costa grelhada, acompanhada de batata à murro e salada de tomate com pimentos assados, e de carne o tradicional arroz de pato, que de tradicional só tinha os ingredientes que o constituíam.

O arroz de pato foi o momento de toda a refeição, com todos os elementos a que tão bem estamos habituados: arroz no ponto, pato, enchidos e sabor, muito sabor. Aquilo a que não estamos habituados? a cremosidade do arroz que enaltecia ainda mais o delicioso sabor. Sem dúvida um prato obrigatório quando visitarem a Avó!

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Para finalizar as sobremesas, escolhidas à portuguesa, foram o pudim abade de priscos e o pão de ló. As verdadeiras combinações de ovos com açúcar, que deixam qualquer um sem palavras. Confesso que raspei o papel vegetal do pão de ló até não haver qualquer vestígio do mesmo.

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Mas nem só de arroz de pato se fez este jantar. Houveram outros dois momentos que não posso deixar de elogiar.

A sandes de bochecha de porco, uma das entradas, em que a bochecha se desfazia a cada dentada e o pão estava torrado e ensopado no molho da própria carne. Tão simples e tão bom!

E o pudim abade de priscos, tradicional e genial. No ponto certo, de textura e sabor.

Deixo-vos, com água na boca espero eu!

Maria Lagariço

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