Abriu um novo restaurante de sushi na Ericeira, o Miyabi by Rodrigo Mattos

Localizado no antigo hotel Morais, inserido no piso superior do mais recente restaurante Morais, abriu o Miyabi, o novo restaurante de sushi do mais conceituado sushiman da Ericeira, o chef Rodrigo Mattos. Com passagem pelos melhores restaurantes de sushi na Ericeira e mais recentemente instalado no brunch me, Rodrigo Mattos abre agora um espaço só dele.

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48 horas em Florença – onde comer

Da nossa viagem a Itália, Florença foi o único destino onde tínhamos os restaurantes mais que planeados. Fizemos os trabalhos de casa e tivemos uma amiga, que já viveu lá, que nos deu as melhores dicas (Obrigada Catarina!!).

Para começar, onde comer um bom gelado… é no Edoardo, mesmo ao lado da Duomo di Firenze, sempre com fila á porta e percebe-se porquê, os gelados são realmente divinais! Os sabores que provámos foram: canela (o melhor!!), stracciatella, noz e café.

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Em época de Santos Populares… Comer sardinhas na Ericeira, é no Farol!

Neste época de Santos Populares, pede a bela da sardinha assada, acompanhada de saladinha de pimentos e de um belo bailarico! Na Ericeira, apesar de existiram as marchas, não é assim tão tradicional os festejos, mas a sardinha não pode faltar!

Quero apresentar-vos o meu restaurante preferido para comer sardinha assada, o Farol. Localizado na Rua da Ericeira, numa esquina, este restaurante, em jeito de tasca, é o mais tradicional que há, com fogareiro à porta e sem uma ementa especifica. Só se come o que foi pescado no dia.

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Visitar Roma em 2 dias, é possível!

Ainda em Portugal fiz uma lista do que queríamos realmente visitar em Roma, tendo apenas 2 dias para o fazer, teve de ser uma seleção bem pensada e planeada. Mas só no dia em que chegámos, já instalados no Airbnb, é que conseguimos definitivamente decidir o que visitar e que itinerário fazer.

No primeiro dia optámos pelo centro de Roma. Começámos por visitar o Mercado Central, situado no mesmo edifício da Roma Termini, um género de Mercado da Ribeira, em Lisboa, cheio de mini restaurantes típicos, onde acabámos por almoçar.

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Mais um ano de Peixe em Lisboa – os pratos a não perder!

A 11ª Edição do Peixe em Lisboa teve lugar, mais uma vez, no Pavilhão Carlos Lopes, no Parque Eduardo VII e começou no dia 5 deste mês. A má notícia? Acaba já amanhã (dia 15).

Para quem nunca foi, este é o maior Festival Gastronómico de Lisboa, realizado com o objetivo de divulgar e valorizar o peixe e marisco da nossa costa, incluindo produtores, restaurantes e os pratos tradicionais portugueses tão bem conhecidos e reconhecidos.

Os restaurantes/chefs aderentes deste ano foram: Arola by Penha Longa Hotel, Casa do Bacalhau, Chef Kiko, Ibo Restaurante, Loco de Alexandre Silva, O Mariscador, Paulo Morais (Kanazawa), Taberna Fina e Varanda by Ritz Four Seasons Hotel.

A entrada do festival é sempre 15€, o que difere dos dias e hora é o valor consumível, que varia entre 6€ e 12€. Sobre isto podem saber mais aqui.

Eu sou aquela croma dos festivais gastronómicos que quando entro dou duas voltas a todo o espaço, leio todos os menus dos restaurantes, escrevo no telemóvel o que me agrada mais e depois dou a terceira volta para realmente pedir o que quero comer. Passado uma hora lá me sento mas não como logo, primeiro tiro mil fotografias para depois publicar, claro!!

Os pratos escolhidos foram:

O Trio de Nigiris (6€) e o Chirashi (10€), pelo Chef Paulo Morais a representar o Kanazawa. Não desilude, nunca. ↓

 

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Por ter ido recentemente ao LOCO, os pratos presentes no Peixe em Lisboa já os tinha provado a todos, à excepção do dim sum de berbigão (6€) que não podia deixar de experimentar. Berbigão envolvido em folhas de espinafres, cozidos a vapor. ↓

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Tenho sempre aquela pancada por croquetes, então não consegui resistir a provar os croquetes de sapateira com maionese de citrinos (5€), do Ibo. ↓

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Por fim, mas longe de ser o menos importante, o Bao de Caranguejo de casca mole (10€), da Taberna Fina. Top top top (!!!)

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Adorei tudo, mas este último prato da Taberna Fina deixou-me totalmente rendida.

Passem pelo Peixe em Lisboa, ainda têm hoje e amanhã, não percam! Espero que aproveitem as minhas sugestões da melhor maneira.

Maria Lagariço

 

A minha primeira experiência num restaurante com estrela michelin foi de LOCOs!

Eu, no mundo da cozinha, se dissesse que não adorava ter uma experiência gastronómica num restaurante com Estrela Michelin estaria a mentir! Mas não é algo que se possa fazer todos os dias nem todos os meses, tem de ser bem planeado e com uma “vaquinha” à mistura.

Para facilitar a poupança pedi ao Pai Natal uma ajuda, e os meus pais, que nunca desiludem, deram um grande inc€ntivo para que o meu desejo se concretizasse. Obrigada aos melhores do mundo!! [se não referisse isto no post, a minha mãe era capaz de me deserdar!! (risos)]

Qual o escolhido? O LOCO! Mesmo ao lado da Basílica da Estrela, este restaurante com uma estrela michelin serve apenas jantares, e não são uns jantares quaisquer.

Fiz reserva… e ao telefone a experiência já me começava a conquistar, suuuper atenciosos, explicaram o conceito mantendo todo o suspense envolvente. O ponto mais forte, neste restaurante APENAS utilizam produtos portugueses! Não é brutal?

Até à data do jantar tentei não criar qualquer expectativa. Assim o jantar foi a cada minuto uma surpresa. Escolhemos o menu degustação de 18 momentos e para acompanhar ele optou pelo wine pairing e eu pelo drink pairing 0% alcool, composto por bebidas fermentadas e sumos naturais “caseiros”.

Para manter o suspense vou partilhar convosco fotografias de cada momento do jantar e deixar na legenda apenas ingredientes chave que compunham os pratos. Preparados?

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Tik Tapas – são horas de petiscar

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Devo confessar que este artigo está a ser pensado e planeado desde que criei o blog. Porquê? Porque para além do Tik Tapas ser um dos meus restaurantes favoritos na Ericeira, é o restaurante que influenciou brutalmente a minha decisão em seguir o mundo da cozinha.

Com 18 anos percebi que tinha de arranjar um trabalho de verão à seria, que me desse a independência e estabilidade que tanto gosto. A minha família já era cliente assídua do tapas e eles precisavam de alguém extra. Foi só juntar o útil ao agradável e mandei-me de cabeça para um dos maiores “lodos” da minha vida.

Valeu a pena, não só por me ter feito crescer como pessoa mas também como profissional, por me ter feito decidir o que realmente queria para a minha vida, ser cozinheira.

Mas vamos ao que interessa…

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tapas, petisco, tapisco.

A confusão desta época festiva ainda não terminou e está longe de acalmar. O meu aniversário, dia 2 de Janeiro, foi numa terça-feira. Era só um terça-feira (!!!), julguei que iria ter uma noite descontraída na calma de Lisboa, só que não.

Não fiz reserva e na lista infindável dos favoritos do Zomato poucos eram os que tinham mesa vaga, principalmente para a famelga toda que levava comigo.

Dei o nome no Tapisco, para lista de espera, já quase sem esperança de que iria jantar fora e a pensar no que podia fazer em casa, à pressão. Até que o telefone toca, e não vão acreditar, era do Tapisco, mesa para seis disponível, uhuh!

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